segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Editais de seleção para Mestrado e Doutorado

Estão abertas as inscrições para a seleção de novos alunos de mestrado e doutorado nos programas de pós-graduação em Biologia Molecular e em Biologia Animal. Em ambos os programas, há vagas na linha de pesquisa em Toxinologia.
Para acessar os editais, clique em:
http://www.unb.br/posgraduacao/stricto_sensu/editais.php

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Proteína do veneno da serpente urutu pode ser benéfica para o coração

Proteína do veneno da serpente urutu pode ser benéfica para o coração

16/09/2013
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – Testes in vitro feitos na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) indicam que a alternagina-C (ALT-C) – uma proteína extraída do veneno da serpente urutu (Bothrops alternatus) – é capaz de aumentar a força de contração cardíaca e tem potencial farmacológico a ser explorado.
A proteína está sendo testada no miocárdio de camundongos e de peixes durante o pós-doutorado de Diana Amaral Monteiro – com Bolsa da FAPESP – sob a supervisão do professor Francisco Tadeu Rantin e colaboração de Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo e Ana Lúcia Kalinin.
Resultados preliminares foram apresentados por Monteiro durante a 28ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em agosto em Caxambu (MG).
“Se os resultados positivos se confirmarem em futuras etapas, essa proteína poderá ser útil no tratamento de doenças como insuficiência cardíaca, infarto e isquemia crônica do coração”, afirmou Monteiro.
A ALT-C foi isolada inicialmente durante uma pesquisa coordenada por Araújo e apoiada pela FAPESP. O método de obtenção da molécula foi patenteado por causa de sua propriedade de induzir a angiogênese, ou seja, a formação de novos vasos sanguíneos.
“Como os estudos anteriores mostraram que a proteína promoveu revascularização e regeneração em pele lesada de ratos, surgiu a ideia de que também tivesse efeito benéfico no sistema cardiovascular”, contou Monteiro.
Nos testes já realizados, a pesquisadora administrou, por via intra-arterial, uma dose única de ALT-C no peixe traíra (Hoplias malabaricus). Após 7 dias, a contratilidade, in vitro, de tiras ventriculares isoladas do coração dos animais foi analisada. A ALT-C causou um aumento significativo na força de contração do miocárdio de traíra e nas taxas de contração e relaxamento, modulando positivamente a contratilidade cardíaca.
“Ainda vamos estudar os mecanismos responsáveis por essa melhora na função cardíaca. Mas já sabemos que essa proteína se liga a um receptor tipo integrina (proteína existente na superfície das células) e isso desencadeia uma série de sinalizações intracelulares, capazes de promover a ativação de genes e o aumento na produção do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), relacionado à angiogênese”, contou Monteiro.
O próximo passo da investigação, segundo a pesquisadora, será avaliar os efeitos dessa proteína nos mecanismos envolvidos na contração do coração de camundongos.
Ainda durante a reunião da FeSBE, Monteiro apresentou os resultados de seu projeto de doutoradoorientado por Kalinin.
A pesquisadora investigou o efeito de diferentes vias de contaminação por mercúrio nos peixes brasileiros traíra e matrinxã (Brycon amazonicus) e observou que o metal prejudicou tanto a contratilidade e a capacidade de bombeamento do coração como as respostas cardiorrespiratórias dos animais em concentrações normais de oxigênio e em situações de hipóxia (baixa concentração de oxigênio dissolvido na água).
Os dados foram publicados nas revistas Aquatic Toxicology e Ecotoxicology.
 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Pesquisador desenvolve ferramentas para sintetizar moléculas em série

Pesquisador desenvolve ferramentas para sintetizar moléculas em série

05/07/2013
Por Karina Toledo
Agência FAPESP – A natureza é fonte inesgotável de moléculas com propriedades funcionais para as indústrias farmacêutica, alimentícia, têxtil e cosmética e muitas outras. Mas, na maioria dos casos, essas moléculas precisam ser recriadas em laboratório por meio de processos químicos para que seja possível aperfeiçoá-las ou produzi-las em quantidades suficientes de modo a atender a demanda do mercado sem comprometer sua fonte natural.
Os avanços nessa área da química, conhecida como síntese orgânica, foram destaque durante a Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) em Química Bio-orgânica, evento apoiado pela FAPESP que termina nesta sexta-feira (05/07) em Araraquara.
“Praticamente todos os materiais que usamos hoje – pigmentos, perfumes, aditivos alimentícios, fertilizantes, inseticidas, papeis e polímeros – envolvem elementos de síntese. Não há uma parte da sociedade moderna sem o toque da química sintética”, disse à Agência FAPESP Steven Ley, professor do Departamento de Química da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e um dos principais destaques do evento.
Com o auxílio de colaboradores, Ley realizou a síntese total de mais de 140 produtos naturais com propriedades químicas importantes. Um dos mais recentes foi a rapamicina, composto com efeitos antifúngicos e imunossupressores descoberto no solo da Ilha de Páscoa na década de 1970.
Mas a contribuição mais original de Ley para a área de síntese orgânica tem sido o desenvolvimento de ferramentas capazes de revolucionar a forma como as moléculas são construídas em laboratório.
Mais do que propor novos métodos de síntese, ou seja, o uso de diferentes reagentes, catalisadores, solventes ou rotas, Ley quer substituir os clássicos frascos de vidro com fundo redondo usados desde os tempos da alquimia por máquinas capazes de fazer a síntese de moléculas complexas – que exige várias etapas de transformação – de forma automatizada. Dessa forma, ele pretende reduzir o desperdício de tempo, energia, insumos, efluentes e recursos humanos.
“Para produzir 1 quilo de uma determinada droga, uma indústria farmacêutica gera, em média, 25 quilos de lixo. Para cada quilo de computador produzido são gerados 50 quilos de lixo. Essa sobra é, na maioria dos casos, queimada. Isso não é aceitável. A química feita até agora não é sustentável, não é ecológica. Se não mudarmos nossas práticas, o legado deixado pelo modo como fazemos moléculas vai se tornar um problema”, afirmou Ley.
De modo geral, quanto maior e mais complexa é a molécula que se deseja recriar em laboratório, maior é o número de etapas e produtos necessários para fazer a transformação química, explicou Ronaldo Pilli, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um dos palestrantes da Escola em Araraquara.
“Não existe uma única abordagem, mas, normalmente, parte-se de uma matéria-prima comercial, barata e possível de ser modificada quimicamente. O químico monta então o quebra-cabeça”, disse.
Pelos métodos tradicionais, em cada etapa do processo os reagentes precisam ser misturados em um reator. Após a reação química, o produto resultante é isolado e purificado para, em seguida, ser colocado em outro reator, com um novo reagente. O processo se repete até chegar à molécula desejada. Os solventes, catalisadores, restos de reagentes e demais insumos que sobram em cada etapa são descartados.
“A parte mais trabalhosa da química de síntese é a purificação e o isolamento das moléculas. Retirar o que você precisa daquele meio que contém subprodutos, solventes, restos de reagentes, catalisadores é uma tarefa que toma tempo e é entediante. Há séculos são usados métodos como destilação, cristalização e, mais recentemente, cromatografia. Ley é um dos poucos que estão tentando fazer de forma realmente diferente”, explicou Pilli.
Uma das primeiras e mais importantes contribuições do pesquisador britânico foi desenvolver estratégias para imobilizar os reagentes em uma resina, de forma que pudessem ser reaproveitados. Nos últimos 13 anos, Ley tem se dedicado a inventar instrumentos capazes de realizar as diversas etapas de transformação, isolamento e purificação de forma contínua e automatizada – 24 horas por dia, sete dias por semana – reciclando reagentes, catalisadores e demais insumos e minimizando a formação de subprodutos. É a chamada química em fluxo, tema de sua apresentação na Escola de Química Bio-orgânica.
“Isso nos permite fazer a mesma química gastando menos. É tão importante poupar o trabalho humano em tarefas triviais como poupar materiais ou energia. Sofisticamos muito o que somos capazes de fazer na área de síntese orgânica e agora precisamos pensar em trabalhar em linha de produção. É assim que se produzem carros e aviões. Por que não fazer moléculas dessa forma?”, defendeu Ley.
Mas alguns obstáculos precisam ser vencidos antes que a química em fluxo se torne a praxe na área. O alto investimento inicial é um dos principais problemas.
“É preciso inventar essas máquinas e para isso são necessários estudantes. O custo de um pós-doutorando é alto. Além disso, os materiais usados têm de ser sofisticados, pois o equipamento tem de ser robusto. Não pode ficar quebrando toda hora. Nossas máquinas são capazes de nos enviar mensagens de texto via internet ou celular para avisar quando há um vazamento ou alguma outra coisa dá errado”, contou o pesquisador.
Não há um único equipamento capaz de atender a todos os trabalhos de síntese. É preciso adaptar os materiais usados de acordo com o tipo de reação química a ser feita, temperatura, pressão e outras questões técnicas.
“Praticamente toda a indústria petrolífera trabalha em fluxo contínuo. Toda a grande farmacêutica hoje está considerando usar métodos de processamento contínuo. Para a indústria esse conceito é muito familiar, mas para nós cientistas nem tanto, pois tudo o que fazemos é novo. É uma mudança grande de paradigma e mesmo professores do ensino médio terão de se adequar. Não se trata apenas de uma nova tecnologia que está alcançando resultados interessantes e sim de uma mudança fundamental de atitude. Vai levar tempo para ser adotada, mas acredito que a necessidade de uma química mais verde vai impulsionar a mudança”, avaliou Ley.
Expandindo colaborações
Outro destaque da área de síntese orgânica durante a Escola foi a palestra de Paul Wender, professor da Universidade de Stanford, Estados Unidos. O pesquisador coordenou a equipe que concluiu, em 1997, a síntese do taxol – substância usada no tratamento de alguns tipos de câncer e isolada originalmente da casca do teixo-do-pacífico, uma das árvores que crescem mais lentamente no mundo e sob ameaça de extinção.
Durante o evento, Wender falou sobre estudos com moléculas análogas à briostatina, produto natural isolado do organismo marinho Bugula neritina e que vem apresentando resultados muito promissores contra Aids, Alzheimer e câncer.
John Vederas, do Departamento de Química da Universidade de Alberta, no Canadá, apresentou pesquisas relacionadas à síntese de análogos da lovastatina – substância originalmente isolada em fungos da espécie Aspergillus terreus capaz de reduzir o colesterol.
O evento realizado no âmbito da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA) – modalidade de apoio da FAPESP que financia cursos de curta duração em pesquisa avançada nas diferentes áreas do conhecimento – reuniu 22 palestrantes de diversos países e cerca de 170 estudantes brasileiros e estrangeiros. A coordenação foi da professora da Unesp Vanderlan Bolzani, que também é membro da coordenação do Programa BIOTA/FAPESP.
“Esperamos que a ESPCA contribua para a criação de um poderoso ambiente de ciência e tecnologia no Estado de São Paulo e no país. Com essa iniciativa, a FAPESP espera estabelecer um polo globalmente competitivo para pesquisadores talentosos e expandir as colaborações internacionais de nossas universidades”, destacou Bolzani durante a abertura do evento.
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Meio Ambiente por Inteiro - Bichos peçonhentos (20/04/13)

http://www.tvjustica.jus.br/index/ver-detalhe-programa/idPrograma/212912/youtubeid/zuAMWW9iWpM


quarta-feira, 27 de março de 2013

Bolsa de pós-doutorado

Prezado colega,

tenho uma bolsa de pós-doutorado vigente para implementação imediata e estou a procura de um pesquisador com experiência em modelos animais de desordens neurológicas. O projeto tem como foco a avaliação de nanopartículas no tratamento destas desordens neurológicas. A bolsa terá a duração de dois anos e a pesquisa conta com o apoio de um projeto de pesquisa em rede aprovado.

Conto com o apoio para a divulgação e/ou a indicação de um possível bolsista,

Cordialmente,

Márcia

e-mail de contato: mmortari@unb.br

Profa. Dra. Márcia Renata Mortari
Departamento de Ciências Fisiológicas
Instituto de Ciências Biológicas
Universidade de Brasília - UnB

segunda-feira, 11 de março de 2013

Base de dados brasileira de produtos naturais

Base de dados brasileira de produtos naturais recebe reconhecimento internacional

11/03/2013
Por José Tadeu Arantes
Agência FAPESP ? Dois importantes reconhecimentos internacionais atestaram recentemente a qualidade da NuBBE Database, uma base de dados inédita sobre produtos naturais isolados a partir da biodiversidade do Brasil, com informações sobre o potencial desses metabólitos secundários para uso em química medicinal, ecologia química e metabolômica.
O primeiro foi a publicação, no Journal of Natural Products, do artigo ?Development of a Natural Products Database from the Biodiversity of Brazil? (Desenvolvimento de uma Base de Dados sobre Produtos Naturais da Biodiversidade do Brasil), assinado pela própria equipe da NuBBE Database. Coeditado pela American Society of Pharmacognosy e pela American Chemical Society, o periódico é considerado um dos melhores do mundo na área da química de produtos naturais.
O segundo foi a solicitação feita à NuBBE Database pelo banco de dados Zinc, pedindo permissão para estabelecer um link cruzado entre os portais das duas base de dados. O Zinc, um serviço pertencente ao Laboratório Shoichet, do Departamento de Química Farmacêutica da Universidade da Califórnia, San Francisco (UCSF), é referência no campo da química medicinal, com informações sobre mais de 21 milhões de compostos de uso farmacêutico disponíveis no mercado.
Fortalecida agora com a chancela internacional, a NuBBE Database nasceu da cooperação entre o Núcleo de Bioensaios, Biossíntese e Ecofisiologia de Produtos Naturais (NuBBE), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Araraquara, e o Laboratório de Química Medicinal e Computacional (LQMC), do Instituto de Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP).
A base disponibiliza dados sobre 640 compostos de origem natural, estudados pelo NuBBE ao longo de seus 15 anos de existência. A expectativa dos coordenadores ? os professores Vanderlan Bolzani, da Unesp, e Adriano Defini Andricopulo, da USP de São Carlos ? é que ela continue crescendo, até englobar todos os compostos com potencial medicinal já isolados a partir dos biomas brasileiros. Para isso, os coordenadores buscam apoio institucional estadual e federal.
Bolzani, professora titular do Instituto de Química da Unesp de Araraquara e idealizadora da NuBBE Database, disse à Agência FAPESP que a inspiração para criar essa base de dados lhe ocorreu quando participou de um congresso científico na China, em 2005. ?Fiquei fascinada com a base de dados sobre produtos naturais utilizados pela medicina chinesa?, afirmou ela, que também é membro da coordenação do programa BIOTA-FAPESP.
A ideia ganhou corpo no diálogo com Andricopulo, coordenador do LQMC, com larga experiência na elaboração de bases de dados robustas, como por exemplo a PK/DB ? a primeira base de dados sobre propriedades farmacocinéticas da América Latina, criada no Laboratório de Química Medicinal e Computacional. O resultado foi uma bem-sucedida parceria entre as duas instituições.
Os doutorandos Marilia Valli (NuBBE) e Ricardo Nascimento dos Santos (LQMC), ambos bolsistas da FAPESP, e a estudante de iniciação científica Cíntia Hiromi Nakajima (bolsa empresa) engajaram-se firmemente na sistematização dos dados, antes dispersos por 170 artigos científicos produzidos pelo NuBBE. E o mestre em ciência da computação Leandro Figueira implantou essas informações no ambiente computacional, criando uma base de dados virtual aberta, passível de ampliação e de reiterada atualização.
A natureza como laboratório
A base de dados está alojada no site nubbe.iq.unesp.br/nubbeDB.html. Por enquanto, o portal se encontra em fase de teste e o acesso pode ser dificultado em razão dos ajustes que estão sendo efetuados no sistema. A intenção dos coordenadores, porém, é que o portal esteja em pleno funcionamento ainda no primeiro semestre de 2013, permitindo amplo acesso aos grupos de pesquisadores associados e ao público em geral, à medida que alguns dispositivos de segurança forem desenvolvidos.
Tendo acesso, o consulente pode selecionar qualquer um dos 640 compostos descritos ? de Acremonium spXylopia aethiopica. E obter informações detalhadas, como origem, classificação, estrutura molecular 3D, massa e volume moleculares, solubilidade, ligações de hidrogênio, violações das regras de Lipinski (que estabelecem o potencial que uma molécula apresenta de ser absorvida oralmente) etc. ?São parâmetros fundamentais quando se investiga uma molécula visando à produção de um protótipo com finalidade farmacêutica?, explicou Bolzani.
?A natureza é o laboratório mais sofisticado que existe. Precisamos estudar a fundo seus compostos, investigar seu potencial medicinal, descobrir como essa riqueza química é afetada por fatores bióticos e abióticos, ecossistemas, associações, local ou época de coletas, processos de isolamento e identificação etc. Entender o universo molecular da biodiversidade é avançar no conhecimento sobre as espécies de ambientes tropicais e equatoriais como o nosso, para poder reproduzir por biotecnologia ou sintetizar tais compostos em laboratórios.?
Como exemplo de uma classe de substâncias de interesse do NuBBE, a pesquisadora citou um alcaloide que, com pequenas modificações, resultou em um inibidor de acetilcolinesterase. A inibição da acetilcolinesterase (enzima responsável pela quebra da molécula do neurotransmissor acetilcolina) é uma das estratégias mais promissoras para o tratamento da doença de Alzheimer, que afeta hoje quase 40 milhões de pessoas em todo o mundo.
Em razão de sua riquíssima biodiversidade, que reúne aproximadamente 20% de todas as espécies do planeta, o Brasil apresenta um enorme potencial para a produção de conhecimento e de produtos com valor agregado ? incluindo medicamentos naturais ou derivados, suplementos alimentares, cosméticos e materiais para controle de pragas e parasitas agrícolas.
Uma iniciativa como a NuBBE Database oferece consistentes fundamentos científicos para o aproveitamento dos produtos naturais oriundos de nossos biomas. Ou seja, para transformar esse potencial em realidade.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Planet's most poisonous animal helps cancer patients
One of the most poisonous animals on planet earth is helping cancer survivors deal with the side effects of chemotherapy.
A Florida research clinic is testing a new drug which uses toxins from the Pufferfish to eliminate pain.
Only 15 people across the country have tried the drug.
Saiba mais: http://www.koaa.com/videos/the-planets-most-poisonous-animal-helps-cancer-patients/
Eventos 2013



Drug Discovery & Therapy World Congress 2013 June 3-6, 2013 Boston, MA, USA 
http://www.ddtwc.com/index.php 


Gordon Research Conference - Mycotoxins & Phycotoxins 
June 16-21, 2013 Stonehill College Easton, MA, USA 
http://www.grc.org/programs.aspx?year=2013&program=mycotoxin 


A Sociedade Brasileira de Toxinologia (SBTx), realizará, no período de 03 a 08 de
novembro de 2013, nas dependências do Casa Grande Hotel, Guarujá, São Paulo, o XII
Congresso Brasileiro de Toxinologia, que nesse ano, ocorrerá em conjunto com o XI Pan
American Section of the International Society on Toxinology, cujo tema será “Envenomation by poisonous animals: a neglected disease affecting developing countries”.
Informações: http://www.jzbrasil.com/congressos/toxinologia/ 

Bolsa de apoio técnico

Estou selecionando um(a) bolsista de apoio técnico de nível superior (graduação completa) para trabalhar 20 horas semanais em projeto de pesquisa que envolve conhecimentos de bioquímica e fisiologia. A bolsa é de R$550,00, paga pelo CNPq.
Interessados deverão enviar Currículo Lattes para efschwa@unb.br até 15 de março/2013.